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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-28T11:17:11Z | |
| dc.date.available | 2025-03-28T11:17:11Z | |
| dc.date.issued | 1957-02-21 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7893 | |
| dc.description.abstract | Discute a questão da formação da Mesa da Câmara dos Deputados e a participação da oposição neste processo. Ele questiona a ideia de que a Mesa seja uma comissão permanente, argumentando que sua função é essencialmente a de órgão diretor dos trabalhos da Casa, e não a de comissão, como é frequentemente sugerido. Destaca que, por ser um órgão diretor, a Mesa não pode ser tratada como uma comissão e, por isso, não seria adequada a aplicação de um modelo de representação proporcional entre os partidos. Defende a participação da oposição na formação da Mesa, mas com base em outro princípio. Segundo ele, a Mesa deve ser composta considerando-se as qualidades e predicados pessoais dos membros, e não a representação proporcional dos partidos. Isso significaria que, em vez de garantir exclusivamente cargos para a maioria, a Mesa deve ser formada por aqueles que têm capacidade para representar toda a Casa de forma imparcial, independentemente de sua filiação partidária. Também afirma que a ideia de que cargos na Mesa pertencem exclusivamente aos partidos majoritários é equivocada, pois o importante é a corporação da Câmara, onde os partidos devem se fundir, e não a imposição de uma divisão estritamente partidária. Para ele, essa visão política é um reflexo de uma prática política atrasada e contrária ao bom funcionamento da instituição. | pt_BR |
| dc.subject | Oposição; Mesa; Câmara dos Deputados; Constituição; Representação; Proporcional; Comissão; Regimento; Órgão Diretor | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Participação na Mesa (1957-02-21) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |