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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-28T12:00:54Z | |
| dc.date.available | 2025-03-28T12:00:54Z | |
| dc.date.issued | 1957-03-21 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7908 | |
| dc.description.abstract | Discute os desafios políticos e sociais enfrentados pela Argentina após a queda do regime peronista. Ele aponta que, embora o governo revolucionário tenha firmeza, encontra enormes dificuldades para resolver os problemas econômicos e financeiros deixados pelo peronismo. A situação é agravada pela persistente influência de um povo ainda fanatizado por Perón e Evita, que direciona a culpa dos problemas à nova administração. Um dos maiores desafios é a realização das eleições, previstas como parte do movimento restaurador da democracia, mas que, ao mesmo tempo, apresentam riscos. A falta de um líder capaz de unificar a nação e substituir o culto a Perón é destacada como um problema central. Também menciona o caso do político Arturo Frondizi, que, apesar de sua oposição a Perón, recorre a táticas demagógicas ao pedir a libertação dos peronistas e explorar a crise econômica em seu benefício. Critica esse comportamento, afirmando que, ao tentar consolidar seu poder pessoal, ele fortalece os remanescentes do regime deposto. Sugere que, se a revolução tivesse adotado o regime parlamentarista, as eleições seriam mais livres e sem o risco de uma nova ascensão de um governante autoritário. Para Pilla, o presidencialismo, com sua tendência à concentração de poder, pode frustrar as esperanças de uma verdadeira renovação democrática. | pt_BR |
| dc.subject | Ditadura; Peronismo; Revolução; Governo Revolucionário; Economia; População; Eleições; Perigo; Candidatos; Frondizi; Demagogia; Presidencialismo | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Dificuldades de Uma Revolução (1957-03-21) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |