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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-28T12:05:59Z | |
| dc.date.available | 2025-03-28T12:05:59Z | |
| dc.date.issued | 1957-03-23 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7909 | |
| dc.description.abstract | Argumenta contra a ideia de que o sistema parlamentarista é instável, destacando que a instabilidade observada na França não é uma característica intrínseca do parlamentarismo, mas sim uma particularidade do sistema francês. Ele explica que a França, apesar de ser o único país parlamentarista onde há frequentes mudanças de gabinete, não sofre com os inconvenientes imaginados por seus críticos. Usa como exemplo o gabinete do gr. Guy Mollet, que, apesar das dificuldades, manteve-se por mais de um ano, superando outros gabinetes anteriores, como o de Henri Queille, que durou apenas um ano e vinte e quatro dias. Defende que, mesmo quando os gabinetes são dispensados por motivos pequenos, isso é preferível a manter um governo ineficaz por quatro ou cinco anos, como ocorre no presidencialismo. Ressalta que, mesmo com a instabilidade francesa, o sistema parlamentar traz mais vantagens em relação ao presidencialismo, que ele considera uma "ditadura limitada." O parlamentarismo, segundo Pilla, tem permitido à França resolver problemas políticos e administrativos graves e superar os danos causados por três guerras. O sistema parlamentar, embora possa apresentar algumas falhas, oferece flexibilidade e evita a rigidez do presidencialismo, sendo capaz de lidar com crises de forma mais eficaz. | pt_BR |
| dc.subject | Parlamentarismo; Instabilidade; Governo; França; Guy Mollet; Henri Queille; Emile Combes; Mau Governo; Presidencialismo; Ditadura limitada | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Um Governo Duradouro (1957-03-23) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |