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Expõe sua visão crítica sobre a futilidade das mensagens presidenciais e das plataformas políticas. Ao ser questionado sobre sua opinião a respeito de uma mensagem presidencial, ele revela que não a leu, o que, à primeira vista, pode parecer incongruente para alguém com responsabilidades públicas. Justifica sua atitude, afirmando que tanto as plataformas políticas quanto as mensagens presidenciais têm se tornado documentos vazios, recheados de promessas que raramente são cumpridas. Para ele, essas promessas servem apenas para angariar votos e se tornam obsoletas após as eleições. Ele também critica as mensagens anuais, que deveriam ser uma prestação de contas sóbria e precisa ao Congresso Nacional, mas que, com o tempo, se transformaram em uma forma de ficção política. Em vez de fornecer informações claras e objetivas, as mensagens passam a ser produtos de mistificação, distantes da realidade. Compara essa situação com a literatura de ficção, sugerindo que, como crítico, ele prefere aguardar a análise dos especialistas antes de se envolver com tais documentos. Ao final, ele revela que adota uma abordagem similar com qualquer obra literária, esperando sempre uma crítica antes de formar sua própria opinião. Portanto, é uma reflexão sobre a desilusão com a política institucional e o afastamento de documentos que, em sua visão, não oferecem mais do que promessas vazias. |
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