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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-28T12:38:40Z | |
| dc.date.available | 2025-03-28T12:38:40Z | |
| dc.date.issued | 1957-04-06 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7923 | |
| dc.description.abstract | Comenta a polêmica envolvendo o deputado Carlos Lacerda, que divulgou da tribuna da Câmara o texto de um telegrama cifrado enviado pelo governo brasileiro à sua embaixada em Buenos Aires. O ato de Lacerda é descrito como uma imprudência, mas uma "imprudência necessária", pois foi a única maneira de ele comprovar que o governo argentino havia falsificado o conteúdo da comunicação oficial. Pilla argumenta que, embora tenha sido imprudente, a atitude de Lacerda não pode ser classificada como traição, uma vez que não houve intenção de prejudicar o país ou entregar informações sigilosas ao estrangeiro. A acusação de traição é exagerada, já que a publicação do telegrama tinha o objetivo de corrigir um erro grave cometido pelo governo. Critica a tentativa do governo de descreditar Lacerda, considerando que a acusação contra ele não faz sentido e que, na realidade, a liderança política de Lacerda deve ser respeitada. Sugere que o processo contra o deputado é uma forma de sufocar a oposição, retomando um processo de tutelamento militar que parecia ter sido interrompido. Além disso, aponta que, antes de culpar Lacerda, o governo deveria responder por sua própria falsificação do telegrama, um ato que, segundo ele, não foi tratado com a devida seriedade. Encerra com a crítica à falta de responsabilidade do regime, que permite tais distorções e injustiças. | pt_BR |
| dc.subject | Carlos Lacerda; Imprudência; Telegrama Cifrado; Governo Brasileiro; Falsificação; Traição; Divulgação; Processo; Oposição; Governo; Responsabilidade | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: E o Governo? (1957-04-06) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |