Mostrar el registro sencillo del ítem
| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-28T13:07:43Z | |
| dc.date.available | 2025-03-28T13:07:43Z | |
| dc.date.issued | 1957-04-19 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7929 | |
| dc.description.abstract | Critica a situação política em que um escândalo grave, envolvendo falsificação de documentos oficiais, é abafado. Em vez de responsabilizar os responsáveis pela falsificação, o governo tenta silenciar o deputado que denunciou o ato, transformando-o no alvo da acusação. Destaca que, em qualquer país com um sistema parlamentar saudável, tal denúncia teria levado à queda do gabinete responsável. Mesmo em regimes presidencialistas, como o brasileiro, o ministro implicado teria que se afastar. No entanto, no Brasil, a falsificação denunciada não teve qualquer consequência para os envolvidos no governo. Sugere que isso reflete uma falha no sistema político, especialmente após décadas de presidencialismo e ditadura, que criaram uma estrutura política fragilizada e corrompida. Em um ambiente onde a sensibilidade moral foi apagada, Pilla observa que a lógica dos acontecimentos é a de desqualificar e neutralizar deputados incômodos, como o caso de Carlos Lacerda, e desautorizar as Câmaras. A crítica aponta para a fragilidade da democracia no Brasil, onde interesses políticos prevalecem sobre a ética e a verdade, e a responsabilidade moral parece inexistir no exercício do poder. | pt_BR |
| dc.subject | Escândalo; Falsificação; Governo; Deputado; Denúncia; Imputação; Acusador; Presidente; Sensibilidade Moral; Regime Parlamentar | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Regime na Casca (1957-04-19) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |