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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-28T13:13:21Z | |
| dc.date.available | 2025-03-28T13:13:21Z | |
| dc.date.issued | 1957-12-22 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7932 | |
| dc.description.abstract | Faz uma reflexão sobre a situação política da Argentina, destacando o impacto negativo do regime peronista, que, segundo ele, oprimia a nação, arruinava a economia e corrompia os costumes. Ele menciona que, apesar da revolução que derrubou a tirania e estabeleceu um governo honesto, o peronismo ainda persiste e continua a dificultar a recuperação do país. Argumenta que, mesmo após a exposição dos crimes cometidos pela ditadura, muitos argentinos ainda se apegam aos benefícios que esse regime proporcionava, como poder, riqueza e uma falsa sensação de liberdade, gerada pela demagogia e manipulação popular. Faz uma comparação com o Brasil, que, como a Argentina, também passou por uma ditadura pessoal e enfrentou resistências pós-queda do regime. Ele observa que, embora o Brasil tenha superado a ditadura, as sombras de períodos anteriores ainda afetam a democracia, assim como os mitos criados pela ditadura continuam a exercer influência. Alerta sobre os desafios enfrentados pelos democratas argentinos, sugerindo que o Brasil, com sua própria experiência, pode compreender as dificuldades que os vizinhos estão enfrentando para superar os vestígios de um regime autoritário. Faz uma crítica à persistência das ideologias autoritárias e à resistência das massas à mudança, refletindo sobre o impacto negativo de regimes como o peronista tanto para o povo quanto para a democracia. | pt_BR |
| dc.subject | República Argentina; Regime Infame; Opressão; Economia; Ditadura Peronista; Revolução; Governo Honesto; Peronismo; Nazismo; Fascismo; Crimes; Demagogia | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Tumor maligno (1956-12-22) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |