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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-28T13:28:03Z | |
| dc.date.available | 2025-03-28T13:28:03Z | |
| dc.date.issued | 1957-01-03 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7936 | |
| dc.description.abstract | Critica as declarações do presidente Juscelino Kubitschek sobre a oposição política. O presidente afirmou que o governo não deve aceitar ou transigir com uma oposição que busque desmoralizar ou derrubar o governo, o que Pilla considera um erro conceitual. Para Pilla, a oposição existe por direito, como um pilar essencial do regime democrático, e não pode ser simplesmente rejeitada ou ignorada, independentemente de sua natureza. Ele argumenta que, em um sistema democrático, o governo deve respeitar a existência da oposição, pois ela é garantida pela Constituição, e o papel do governo é tratá-la de forma legítima, mesmo que discorde das suas propostas. Pilla critica a postura do presidente, afirmando que o governo não deve suprimir a oposição ou tratá-la como inimiga. Ele adverte sobre os perigos de um governo que, ao negar a oposição, pode caminhar para práticas autoritárias, ameaçando a liberdade política e o funcionamento democrático. Enfatiza que o presidente, ao fazer tais afirmações, ultrapassou os limites do que seria aceitável em um regime democrático e coloca em risco a saúde política do país. | pt_BR |
| dc.subject | Juscelino Kubitschek; Oposição; Governo; Democracia; Constituição; Regime Democrático; Desmoralização; Crítica; Declarações; Intransigência; Poder; Partidos | pt_BR |
| dc.title | O Presidente e a Oposição (1957-01-03) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |