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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-28T13:36:04Z | |
| dc.date.available | 2025-03-28T13:36:04Z | |
| dc.date.issued | 1957-05-14 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7940 | |
| dc.description.abstract | Reflete sobre a dissolução da Assembleia Constituinte da Colômbia, que havia reeleito o general Rojas Pinilla à Presidência, e as lições que essa ação traz para os tiranos e para os representantes do povo. Critica os políticos que, ao traírem o seu dever, acabam se tornando vítimas da própria traição. Ele sugere que, embora às vezes assembleias representativas sucumbam ao despotismo, há uma diferença fundamental entre a morte ignominiosa de quem trai e a morte gloriosa daqueles que resistem ao autoritarismo. O exemplo dado é o do Congresso Nacional brasileiro, que foi dissolvido por Deodoro, mas restabelecido graças à reação popular contra o golpe de Estado. Pilla observa que a era heroica, onde existia uma resistência vigorosa como a de D. Quixote, foi substituída por uma democracia mais submissa e pragmática, dominada por figuras como Sancho Pança. Ele alerta que, embora os representantes do povo possam pensar que suas ações servem ao Poder, eles também estão se imolando ao trair a democracia. Conclui que, muitas vezes, D. Quixote, com sua luta idealista, pode ser uma companhia mais segura e digna do que a atitude submissa de Sancho Pança, lembrando que a resistência ao autoritarismo é fundamental para a sobrevivência das instituições democráticas. | pt_BR |
| dc.subject | Assembleia Constituinte; Colômbia; General Rojas Pinilla; Dissolução; Tirano; Representantes do Povo; Traição; Congresso Nacional; Deodoro; Resistência | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: A Volta de D. Quixote (1957-05-14) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |