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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-28T13:44:31Z | |
| dc.date.available | 2025-03-28T13:44:31Z | |
| dc.date.issued | 1957-05-18 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7941 | |
| dc.description.abstract | Começa fazendo uma homenagem ao governador Blas Fortes, destacando sua intenção de promover a concórdia no Brasil, que ele vê à beira de uma catástrofe. Reconhece a boa intenção de Fortes, mas considera sua proposta de pacificação inadequada para a realidade política do país. Argumenta que o Brasil não está em guerra, pois o governo funciona normalmente e há uma oposição que deve criticar e fiscalizar, cumprindo seu papel de combate à irresponsabilidade e à corrupção. Segundo ele, a pacificação só seria possível se o governo oferecesse condições para isso, como agir com responsabilidade e corrigir os erros. Destaca que a crise nacional só poderá ser resolvida por uma reforma ampla e profunda nas instituições do país, e não por soluções superficiais. Critica a proposta de Blas Fortes de criar um Conselho de Estado e a ideia de coincidir os mandatos, pois acredita que isso apenas aumentaria a confusão política e partidária. Ele defende a implementação de uma reforma política mais profunda, com a adoção do parlamentarismo, que acredita ser a única solução viável para a crise. Para Pilla, o parlamentarismo mudaria a vida política do país e traria a pacificação necessária para superar a grave crise política, que é a raiz de outras crises no Brasil. | pt_BR |
| dc.publisher | O Globo | pt_BR |
| dc.subject | Blas Fortes; Oposição; Responsabilidade; Corrupção; Pacificação; Reforma; Instituições; Parlamentarismo; Conselho de Estado | pt_BR |
| dc.title | Declaração (1957-05-18) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |