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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-03-28T13:49:59Z
dc.date.available 2025-03-28T13:49:59Z
dc.date.issued 1957-05-24
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7944
dc.description.abstract Critica a proposta de prorrogação dos mandatos, considerando-a não apenas um atentado ao regime democrático representativo, mas também uma insensatez perigosa. Embora a ideia fosse grave em qualquer momento, ela se torna ainda mais ameaçadora dada a situação política atual, colocando em risco a sobrevivência do regime. Destaca que, enquanto a tentativa de prorrogar o mandato presidencial foi rapidamente abandonada, a situação nos Estados é diferente, especialmente em locais como Goiás, onde prevaleceram os interesses do Poder Executivo, representado pelos governadores e prefeitos. Ele observa que a prorrogação dos mandatos visa principalmente beneficiar o Poder Executivo, que exerce grande influência sobre os deputados estaduais e vereadores. Também menciona que, na esfera federal, houve uma tentativa de reeleger o presidente, mas a forte reação da opinião pública impediu essa ação. A crítica central de Pilla é que essa manobra política cria um ambiente propício à repetição de um ciclo de autoritarismo, similar ao ocorrido em 1937. Ele expressa sua preocupação com a possibilidade de um retrocesso político no país, refletindo sobre os perigos de uma possível reabertura do ciclo ditatorial. Conclui com um apelo para que Deus tenha piedade do país, diante do risco iminente de um regime autoritário. pt_BR
dc.publisher O Globo pt_BR
dc.subject Prorrogação; Mandatos; Atentado; Regime Democrático; Insensatez; Perigo; Sobrevivência; Poder Executivo; Deputados Estaduais; Vereadores; Reeleição pt_BR
dc.title Declaração (1957-05-24) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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