Mostrar el registro sencillo del ítem
| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-28T14:10:48Z | |
| dc.date.available | 2025-03-28T14:10:48Z | |
| dc.date.issued | 1957-05-31 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7949 | |
| dc.description.abstract | Critica a afirmação de Danton Jobim de que o parlamentarismo agravaria o problema político brasileiro. Pilla refuta essa opinião com base na experiência histórica do Brasil, que já vivenciou tanto o presidencialismo quanto o parlamentarismo. O país, durante o segundo Reinado, teve um período sob o sistema parlamentar, com altos índices de moralidade pública e estabilidade, onde até pequenas incorreções levavam à queda dos governantes. Isso contrasta com o atual cenário, onde a situação política é marcada por um caos originado, segundo Pilla, pelo presidencialismo. Argumenta que o parlamentarismo não traria caos, pois já vivemos em um caos sob o presidencialismo, e destaca que a experiência passada do sistema parlamentar foi no contexto monárquico. Ele reconhece que existem diferenças entre o parlamentarismo monárquico e o republicano, mas observa que as semelhanças são mais significativas. Em ambos os sistemas, o chefe de Estado exerce a função de árbitro supremo, sendo vitalício no caso da monarquia e temporário no caso da república. Questiona a incapacidade do Congresso Nacional de eleger um presidente eficaz sob o sistema parlamentar, sugerindo que a escolha de um bom presidente pelo Congresso seria mais viável do que a escolha por sufrágio universal no presidencialismo. Ele argumenta que, caso o Congresso fosse incapaz de fazer essa escolha, seria um indicativo de que o Brasil não está apto para exercer a democracia de maneira plena. | pt_BR |
| dc.subject | Danton Jobim; Parlamentarismo; Presidencialismo; Brasil; Segunda Reinado; Experiência Histórica; Monarquia; República | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Afirmação Atrevida (1957-05-31) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |