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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-28T14:19:56Z | |
| dc.date.available | 2025-03-28T14:19:56Z | |
| dc.date.issued | 1957-05-26 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7953 | |
| dc.description.abstract | Discute a tramitação da Emenda à Constituição que propõe a adoção do sistema parlamentar de governo no Brasil. A proposta enfrenta resistência, mas não devido ao mérito da reforma em si, e sim pela sua oportunidade. A principal objeção vem de setores que alegam que a classe militar se oporia à mudança, o que é refutado por ele. Ele argumenta que os militares não têm razão para se opor à reforma, pois o sistema parlamentar poderia beneficiar a classe ao reduzir a necessidade de intervenções militares na política. Pilla observa que, desde o fim do período militarista da República, os militares têm sido frequentemente convocados para intervir em crises políticas, o que prejudica sua função e a estabilidade do regime democrático. Para Pilla, a classe militar deve, na verdade, apoiar a reforma, pois ela restauraria a boa prática da democracia representativa, permitindo que as crises políticas sejam resolvidas pacificamente, sem a necessidade de envolvimento militar. Ele também critica os militares que se opõem à reforma, considerando-os representantes de uma degeneração da vida pública, que prejudica tanto a classe militar quanto a própria República. Por fim, defende que o Congresso Nacional deve cumprir seu dever patriótico e avançar com a reforma, independentemente de resistências externas. | pt_BR |
| dc.subject | Emenda à Constituição; Reforma Parlamentar; Resistência; Classe Militar; Intervenção Militar; Sistema Parlamentar; Democracia Representativa; Crises Políticas | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Os Militares e a Reforma (1957-05-26) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |