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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-28T14:22:02Z | |
| dc.date.available | 2025-03-28T14:22:02Z | |
| dc.date.issued | 1957-05-29 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7954 | |
| dc.description.abstract | Analisa as diferenças fundamentais entre o sistema presidencialista e o parlamentarista, utilizando o exemplo da Quarta República Francesa para ilustrar a dinâmica política. No sistema parlamentar, o poder governamental é visto como um encargo que pode ser abandonado a qualquer momento, dependendo da confiança do parlamento, enquanto no presidencialismo o governo é uma "prisão" da qual é difícil escapar, mesmo com oposição parlamentar. Argumenta que a instabilidade dos gabinetes franceses, como a queda do ministério de Guy Mollet, não é um capricho, mas resultado de questões políticas e econômicas substanciais, como a rejeição de projetos financeiros importantes. Mollet foi forçado a sair após seus projetos de corte de gastos e aumento de tributos terem sido rejeitados, o que mostra que no parlamentarismo a maioria tem a capacidade de corrigir erros, ao contrário do presidencialismo, onde governos ineficazes podem se manter no poder. Defende a ideia de que a democracia é preservada quando o governo reconhece seus erros e se retira, permitindo que outro partido ou coalizão tome a responsabilidade. Ele conclui que, no parlamentarismo, a instabilidade pode ser uma expressão saudável da democracia, pois permite ajustes rápidos e a correção de rumos por meio do apoio da maioria parlamentar. | pt_BR |
| dc.subject | Guy Mollet; Ministério; Instabilidade Política; Governo; Confiança Parlamentar; Rejeição de Projetos; Cortes e Tributos; Economia; Democracia | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Presa, ou Encargo? (1957-05-29) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |