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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-04-03T12:33:42Z | |
dc.date.available | 2025-04-03T12:33:42Z | |
dc.date.issued | 1957-07-01 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7970 | |
dc.description.abstract | Aborda a questão do uso da Justiça na política, especificamente em relação ao Ministro da Guerra, General Lott, e seu pedido de licença para processar o senhor Carlos Lacerda. Pilla critica o estilo de oposição de Lacerda, embora reconheça que a crise política no Brasil possa justificar certas excessos de linguagem. Para Pilla, a vida pública em uma democracia exige que a crítica seja respondida com argumentos e debates, não com ações judiciais. Ele também questiona o fato de o Ministro da Guerra recorrer frequentemente à Justiça como uma arma política, em vez de tratar as questões politicamente. Pilla argumenta que a política deve ser combatida por meio do debate e não por meio da judicialização, pois quando envolve questões públicas, as respostas devem vir pela política e não pelo Judiciário. Ainda faz críticas ao aviso ministerial que justifica as ações do Ministro da Guerra, afirmando que não encontra respaldo constitucional para a maneira como ele atua. Ele reafirma que, em uma democracia, questões de vida pública devem ser resolvidas politicamente, enquanto questões privadas devem ser tratadas pelo sistema judiciário. | pt_BR |
dc.publisher | O Globo | pt_BR |
dc.subject | Presidencialismo; Governo; Política; Carlos Lacerda; Justiça; General Lott; Câmara; Processos; Inquérito; Parlamentarismo; Afonso Arinos; Crise Política | pt_BR |
dc.title | Declaração (1957-07-01) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |