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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-04-03T12:58:22Z | |
dc.date.available | 2025-04-03T12:58:22Z | |
dc.date.issued | 1957-07-13 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7973 | |
dc.description.abstract | Discute sobre a reforma parlamentarista no Brasil e as dificuldades políticas e legais que envolvem sua implementação. Pilla critica a posição dos adversários da reforma, que buscam impedir a aprovação da emenda constitucional através de manobras, alegando que o Congresso Nacional não teria a força necessária para realizar tal mudança. Ele aponta que o Congresso possui a capacidade de emendar a Constituição, desde que atendidas as condições formais exigidas pela própria Constituição. A principal crítica de Pilla é que alguns setores tentam evitar a reforma parlamentarista usando argumentos legais e subterfúgios, o que ele classifica como uma "chicana". Ele afirma que a modificação constitucional, independentemente de sua magnitude, deve ocorrer por meio de emendas, e não por uma Assembleia Constituinte, como alegado por alguns. Pilla também observa que, embora existam restrições quanto à alteração de aspectos fundamentais da Constituição, como a Federação e a República, a mudança de regime para o parlamentarismo ou outro modelo é legítima dentro do processo de emenda. Por fim, reflete sobre o impacto da falta de reformas, sugerindo que, ao fechar as portas para mudanças necessárias, o país corre o risco de ser levado a uma revolução ou golpe de Estado. Pilla alerta para os perigos de se ignorar as demandas por reformas políticas e institucionais, destacando que a história ensina que a resistência a mudanças pode gerar convulsões políticas. | pt_BR |
dc.subject | Reforma Parlamentarista; Congresso Nacional; Emenda Constitucional; Chicana; Faculdade Constituinte; Federação | pt_BR |
dc.title | Microscópio: O Último Reduto (1957-07-13) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |