Mostrar el registro sencillo del ítem
dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-04-03T14:27:18Z | |
dc.date.available | 2025-04-03T14:27:18Z | |
dc.date.issued | 1957-04-30 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7981 | |
dc.description.abstract | O presidente do PL, Sr. Raul Pilla, comentou sobre o caso de Carlos Lacerda, destacando que o Partido Liberal (PL) decidiu continuar no "Bloco Oposicionista" devido aos últimos acontecimentos. Pilla afirmou que, embora o governo e seus aliados vejam Lacerda como uma figura incômoda, devido às suas críticas e linguagem direta, a forma como estão tentando silenciá-lo é imprudente. Segundo ele, a tentativa de calar Lacerda está prejudicando o que ainda resta do regime democrático no Brasil, com a possibilidade de que, se não for por um motivo, será por outro. Pilla defendeu que a imunidade parlamentar não visa proteger criminosos comuns, mas sim assegurar que os representantes da nação não sejam perseguidos politicamente. Ele destacou que, em sua trajetória na Comissão de Constituição e Justiça, sempre defendeu a negativa da licença para processos de natureza política. No caso de Lacerda, Pilla considerou os processos contra ele como uma clara perseguição política, o que deveria levar a Câmara a negar a licença para seu processo. Para Pilla, Lacerda, apesar de representar seu partido, simboliza atualmente o próprio Parlamento, que está sendo atacado pelos adversários do deputado. O PL, então, decidiu manter sua posição no bloco oposicionista até que o caso de Lacerda fosse resolvido, reafirmando seu compromisso com a defesa da inviolabilidade dos representantes do povo. | pt_BR |
dc.subject | Raul Pilla; PL; Carlos Lacerda; Bloco Oposicionista; Governo; Perseguição Política; Imunidade Parlamentar | pt_BR |
dc.title | Entrevista de Raul Pilla sobre o Carlos Lacerda (1957-04-30) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |