Mostrar el registro sencillo del ítem
dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-04-04T11:39:23Z | |
dc.date.available | 2025-04-04T11:39:23Z | |
dc.date.issued | 1957-05-05 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7985 | |
dc.description.abstract | Analisa a relação entre os poderes Executivo e Legislativo em sistemas presidenciais, especialmente na América Latina. Ele destaca que, embora a independência entre os dois poderes seja frequentemente proclamada, na prática existe uma forte interdependência. Pilla argumenta que, enquanto o Legislativo é formalmente independente, o Executivo, representado pelo presidente, exerce grande influência sobre o funcionamento do governo, pois controla a força armada, o tesouro, e pode vetar leis. Além disso, o Executivo tem o poder de nomear cargos importantes, como juízes e membros do Legislativo, o que o torna mais dominante. Observa que, em regimes presidencialistas latino-americanos, o Executivo tem o controle efetivo, o que enfraquece a independência dos outros poderes.Também critica a forma como o Executivo manipula os outros poderes por meio de favores, nomeações e influências, tornando difícil para o Legislativo e o Judiciário funcionarem de forma realmente independente. Para Pilla, a independência do Judiciário só seria plena se o Executivo fosse mais estável e menos personalista. Ele conclui que, nas constituições da América Latina, o presidente continua a interferir nos outros poderes, tornando a independência apenas uma ilusão, e que o sistema presidencialista, ao concentrar tanto poder no Executivo, compromete a verdadeira separação e equilíbrio entre os poderes. | pt_BR |
dc.subject | Independência; Poderes; Parlamentarismo; Executivo; Legislativo; Interdependência; Vassalo; Soberano | pt_BR |
dc.title | Microscópio: Da Independência dos Poderes (1957-05-05) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |