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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-07T17:25:24Z | |
| dc.date.available | 2025-04-07T17:25:24Z | |
| dc.date.issued | 1957-08-06 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7989 | |
| dc.description.abstract | Aborda as lições que a recente eleição na Argentina oferece para os países latino-americanos, destacando a vitória do Governo Revolucionário. Este governo, em contraste com a ditadura peronista, demonstrou a rejeição popular ao peronismo, que, apesar de ter causado corrupção e violência, ainda possuía apoio de uma minoria. Reflete sobre o fato de que, mesmo após a queda de Perón, alguns ainda continuavam a apoiar seu legado, o que é comum em todos os povos, dada a presença de forças que tendem ao mal na sociedade. O autor compara a situação da Argentina com o Brasil, expressando vergonha pela repetição de erros políticos no país. Critica a reincidência na corrupção e na degeneração política, lembrando que, em 1945, uma eleição, ao invés de consolidar a democracia, trouxe de volta a ditadura com Eurico Gaspar Dutra. Através da manipulação do voto e da falsa democracia, o Brasil vivenciou uma contra-revolução gradual, que culminou em um retorno ao autoritarismo. Ao final, destaca que, assim como na Argentina, o Brasil também viveu momentos de resistência e revoluções, mas, após cada uma delas, o país retornou a um ciclo de corrupção e degradação, demonstrando a dificuldade de consolidar uma verdadeira democracia e virtude política no cenário latino-americano. | pt_BR |
| dc.title | A revolução argentina e a contra-revolução brasileira | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |