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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-04-07T17:54:34Z
dc.date.available 2025-04-07T17:54:34Z
dc.date.issued 1957-08-20
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7994
dc.description.abstract Critica a tentativa de ampliar o alistamento eleitoral no Brasil, que, segundo ele, busca legitimar práticas fraudulentas. Ele aponta que a proposta de aumentar a base eleitoral, ao incluir analfabetos e eleitores fantasmas, contraria a Constituição, que exige eleitores autênticos e capazes. Para Pilla, o alargamento do sufrágio não fortalece a democracia, mas a enfraquece, pois eleitores incapazes de exercer sua função anula a verdadeira expressão da soberania popular. O autor defende que a democracia é mais bem servida por um corpo eleitoral restrito, mas genuíno, do que por um eleitorado vasto, mas corrupto. A ideia de que mais eleitores é sinônimo de uma democracia mais sólida é contestada por ele, pois um grande número de eleitores fraudulentos diminui a autenticidade do processo eleitoral. Ele sugere que, mesmo com um número menor de eleitores, o processo pode ser igualmente eficaz se esses eleitores forem verdadeiros e comprometidos com o exercício do voto. Pilla também critica a tentativa de revigorar o alistamento anterior, argumentando que o único objetivo é manter um sistema viciado, que favorece os interesses de poucos. Ele conclui que os eleitores que não se alistarem são, na verdade, os piores cidadãos, desinteressados em participar de um processo democrático genuíno. pt_BR
dc.subject Voto; Democracia; Fraude; Constituição; Alistamento; Eleitores pt_BR
dc.title O corpo eleitoral pt_BR
dc.type Other pt_BR


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