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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-07T18:09:05Z | |
| dc.date.available | 2025-04-07T18:09:05Z | |
| dc.date.issued | 1957-08-25 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7996 | |
| dc.description.abstract | Critica a situação política e o enfraquecimento do regime representativo no Brasil. Argumenta que, atualmente, o regime é apenas formal, sem exercer o poder de maneira efetiva. Os verdadeiros detentores do poder são, de fato, aqueles que estão nos bastidores, como o Palácio da Guerra, e não o governo formalmente constituído no Palácio do Catete. Pilla observa que a perda de autoridade é evidente, sendo os próprios órgãos do poder os primeiros a abdicar de sua força. Destaca que o país está em uma trajetória descendente, rumo ao abismo, e a reforma eleitoral proposta é um exemplo claro desse processo. Em vez de buscar o aperfeiçoamento do sistema representativo, a reforma busca reverter conquistas democráticas, permitindo que pessoas analfabetas, que não têm condições de se alistar, possam votar. Para Pilla, isso corrompe a base do regime democrático e enfraquece ainda mais o processo representativo. Ele adverte que, ao se despojar de sua autoridade e legitimidade, o Congresso corre o risco de perder o apoio do povo e abrir caminho para reações populares ou até golpes de poder. Pilla enfatiza que os membros do Congresso devem refletir sobre seus erros e preservar a legitimidade das instituições, caso queiram garantir a continuidade de seus mandatos. O texto é uma crítica contundente à fragilidade das instituições e à falta de consciência política dos governantes. | pt_BR |
| dc.subject | Regime Representativo; Brasil; Bastidores; Democracia; Constituição; Congresso; Mandatos | pt_BR |
| dc.title | Corrida para o abismo | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |