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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-04-07T18:14:30Z
dc.date.available 2025-04-07T18:14:30Z
dc.date.issued 1957-08-25
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7997
dc.description.abstract Discute a questão do alistamento eleitoral de analfabetos, destacando o artigo 132 da Constituição Federal, que impede que analfabetos se alistarem como eleitores. O autor aponta que, apesar dessa restrição, muitos analfabetos conseguiram se alistar, mesmo com a mínima habilidade de assinar o nome. A Justiça Eleitoral iniciou uma revisão para corrigir esse abuso, mas forças políticas, que se beneficiam de um eleitorado fraudulento, tentaram reverter a situação com um projeto de lei que validaria os títulos dos analfabetos. Pilla considera essa proposta inconstitucional e alerta que ela busca consolidar a demagogia, permitindo que uma grande massa de eleitores analfabetos influencie as decisões do país. Observa que, para realizar essa mudança, seria necessário emendar a Constituição, o que não é tecnicamente simples. Ele destaca a contradição existente, pois a Constituição também estabelece que o ensino primário é obrigatório. Pilla sugere que, caso a emenda seja aprovada, isso criaria uma incoerência entre o direito ao voto dos analfabetos e a obrigatoriedade do ensino primário. O autor conclui que, para evitar essa contradição, seria mais adequado emendar o artigo 168, que trata da obrigatoriedade do ensino, tornando a proposta mais coerente e harmônica. pt_BR
dc.subject Analfabetos; Constituição; Fraude Eleitoral; Projeto de Lei; Inconstitucionalidade; Emenda Constitucional; Ensino Primário pt_BR
dc.title Uma emenda puxa outra pt_BR
dc.type Other pt_BR


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