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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-07T18:19:13Z | |
| dc.date.available | 2025-04-07T18:19:13Z | |
| dc.date.issued | 1957-08-27 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7998 | |
| dc.description.abstract | Analisa a natureza do regime democrático e as implicações da criação de organizações políticas não previstas pela Constituição, como a Legião General Lott. O autor explica que o regime democrático representativo, conforme estabelecido na Constituição, depende da existência de partidos políticos. Estes são fundamentais para organizar a vontade popular, transformando-a em ação política eficiente. A Constituição brasileira assegura, no artigo 134, que os partidos nacionais devem ter a representação política, reforçando a ideia de que a democracia precisa de partidos definidos e com caráter nacional, como estipulado no parágrafo 13 do artigo 141. Pilla alerta para o surgimento da Legião General Lott, uma organização com objetivos políticos, que se contrapõe aos partidos políticos constitucionais. Ele argumenta que, ao contrário de um partido político legítimo, a Legião busca concentrar poder nas mãos do Ministro da Guerra, com o intuito de afetar o comando político do país. Essa organização não reflete o modelo democrático e constitui um risco para a democracia, pois ameaça enfraquecer as instituições representativas. Embora Pilla não classifique a Legião como ilegal, ele destaca a preocupação com a degeneração do regime democrático, que, por trás das estruturas constitucionais, está sendo corroído por esse tipo de organização. A advertência do autor é sobre a crescente concentração de poder e a erosão dos princípios democráticos no Brasil. | pt_BR |
| dc.subject | Regime Democrático; Partidos Políticos; Legião General Lott; Partidos Nacionais; Risco para a Democracia | pt_BR |
| dc.title | A legião e o regime | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |