Mostrar el registro sencillo del ítem
| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-07T18:38:45Z | |
| dc.date.available | 2025-04-07T18:38:45Z | |
| dc.date.issued | 1957-09-02 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8002 | |
| dc.description.abstract | Discute a transição da oposição moderada para uma oposição mais radical no Brasil, em resposta à postura imoderada do governo. Inicialmente, a oposição moderada era a escolha do Diretório da União Democrática Nacional, mas Pilla argumenta que essa postura não seria viável, dado o comportamento contraditório e insensato do governo. Ele defende que, enquanto o governo for violento e desonesto, não há espaço para uma oposição moderada. A mudança ocorre quando o governo propõe uma reforma eleitoral que reconhece a fraude e valida o alistamento de analfabetos, o que fere diretamente a Constituição, que proíbe tal alistamento. A proposta de reforma é vista como imoral e inconstitucional, o que leva a oposição moderada a se transformar em uma oposição radical, obstruindo a votação de projetos importantes, como o orçamento. A falência da oposição moderada é, para Pilla, uma consequência natural da situação política, já que, com um governo sem senso e patriotismo, a oposição se torna inevitavelmente vigorosa. A luta entre governo e oposição ocorre no âmbito federal, embora no nível estadual as alianças eleitorais possam permanecer. Pilla conclui que, no regime presidencialista, todas as combinações políticas se tornam possíveis, refletindo a flexibilidade, mas também a falta de uma política coerente. | pt_BR |
| dc.subject | União Democrática Nacional; Reforma Eleitoral; Alistamento de Analfabetos; Inconstitucionalidade; Alianças Eleitorais; Combinações Políticas | pt_BR |
| dc.title | Da oposição moderada à oposição radical | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |