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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-07T19:09:15Z | |
| dc.date.available | 2025-04-07T19:09:15Z | |
| dc.date.issued | 1957-09-24 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8009 | |
| dc.description.abstract | Reflete sobre os eventos envolvendo o ex-presidente Getúlio Vargas, a sua atuação política e as consequências de suas ações. Mesmo se considerarmos Getúlio Vargas como um político impecável, Pilla argumenta que sua atuação sempre poderia ser discutida e criticada, algo natural em uma democracia. Ele destaca que Carlos Lacerda foi um dos principais críticos do regime de Vargas, denunciando os abusos de poder e a corrupção reinante. Esta oposição resultou, inicialmente, no atentado de Toneleros, e posteriormente no suicídio de Vargas, um evento complexo, com várias causas, que não pode ser atribuído a um único fator. Pilla reflete sobre o papel da mídia e a tentativa de responsabilizar Lacerda pelo suicídio, o que considera uma explicação simplista e infundada. Ele critica a tentativa de alguns partidários de Vargas de justificar a violência no Rio Grande do Sul, alegando que isso não poderia ser feito em nome do povo gaúcho. Enfatiza que a reação dos riograndenses foi diferente: em uma eleição subsequente, o candidato da Frente Democrática derrotou o trabalhista, mostrando que a violência não era representativa da vontade popular. Pilla elogia as autoridades do Rio Grande do Sul por manterem a Constituição em vigor, evitando a insânia e preservando o estado de direito, mesmo diante de fortes pressões políticas. | pt_BR |
| dc.subject | Getúlio Vargas; Política; Carlos Lacerda; Oposição; Abusos de poder; Suicídio; Violência; Rio Grande do Sul | pt_BR |
| dc.title | Mantida a constituição | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |