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Analisa a recuperação econômica da Alemanha Ocidental após a Segunda Guerra Mundial, destacando a política econômica adotada por Ludwig Erhard, ministro da economia. A rápida recuperação alemã foi atribuída não só à competência de Erhard, mas também ao espírito de sacrifício do povo alemão e à ajuda norte-americana. A Alemanha recebeu um auxílio substancial do plano Marshall, um total de 1,473 bilhão de dólares, sendo mais de metade da cota destinada à França, mas com um uso mais eficiente na Alemanha. Pilla reflete sobre a generosidade dos Estados Unidos, que, apesar de ricos, não gostam de ver seus recursos desperdiçados, e destaca a diferença no tratamento dado aos alemães, capazes de lutar por sua recuperação, em comparação com outros povos em situações de desordem crônica. Erhard, apesar de ser criticado por técnicos e aliados, permaneceu firme em sua política de liberdade econômica, contrariando as ideias predominantes de economias planificadas e concorrência como arcaísmo. Pilla observa que essa lição, valiosa e demonstrativa de uma política eficaz, é algo que o Brasil falhou em aprender. O Brasil, antes uma nação próspera, passou a viver em um cenário de carência desde a adoção do intervencionismo econômico em 1930, sublinhando a falha do país em adotar medidas adequadas para superar a crise. O autor faz uma crítica ao movimento parlamentarista no Brasil, refletindo sobre as dificuldades políticas do país. |
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