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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-07T19:42:12Z | |
| dc.date.available | 2025-04-07T19:42:12Z | |
| dc.date.issued | 1957-10-04 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8014 | |
| dc.description.abstract | Raul Pilla comenta a proposta da Convenção do Partido Trabalhista contra a adoção do parlamentarismo e a ideia de um plebiscito para decidir sobre o sistema de governo. Ele critica a oposição ao parlamentarismo por parte do partido trabalhista, que, segundo ele, deveria ser mais favorável a esse sistema por ser mais democrático e conciliável com o socialismo. Pilla argumenta que a resistência ao parlamentarismo reflete o caráter político do Brasil, onde os partidos que controlam o poder relutam em mudar um sistema que favorece sua permanência no poder. Ele classifica a tentativa de impugnar a reforma como um golpe, não porque seja ilegítima, mas porque ela pode alterar a situação dos atuais detentores do poder. Pilla também se posiciona contra a ideia de um plebiscito, destacando que a Constituição rejeitou esse mecanismo, além de considerar que ele poderia ser usado de forma abusiva e extraconstitucional. Embora aceite a possibilidade de um plebiscito se ele não limitar a função do Congresso, Pilla acredita que a maioria da população, familiarizada com o sistema presidencialista, tenderia a apoiar a mudança para o parlamentarismo, que, na sua visão, é uma reforma política necessária. Ele defende a reforma parlamentarista como uma melhoria constitucional, que, se realizada de forma legal, seria uma grande e necessária mudança política para o Brasil. | pt_BR |
| dc.subject | Partido Trabalhista; Parlamentarismo; Reforma Política; Plebiscito; Constituição; Congresso Nacional | pt_BR |
| dc.title | Declarações de Raul Pilla | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |