Mostrar el registro sencillo del ítem
| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-07T20:16:14Z | |
| dc.date.available | 2025-04-07T20:16:14Z | |
| dc.date.issued | 1957-10-13 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8021 | |
| dc.description.abstract | Raul Pilla refuta o argumento apresentado pelo senador João Vilasboas contra a reforma parlamentarista, que foi considerado original, mas sem fundamento. O senador utilizou o projeto de prorrogação de mandatos do deputado Antônio Horácio para argumentar contra a reforma, afirmando que a adoção do parlamentarismo colocaria deputados e senadores no poder executivo, gerando um conflito de interesse pessoal, já que eles seriam membros do gabinete. Pilla questiona essa alegação, destacando que, no sistema parlamentarista, os parlamentares-ministros poderiam ser destituídos a qualquer momento por um voto de desconfiança e que a Câmara dos Deputados poderia ser dissolvida em determinadas situações. Portanto, ele argumenta que não há, de fato, interesse pessoal em jogo, pois o parlamentarismo busca limitar o poder do executivo, ao contrário do presidencialismo, que concentra mais poder nas mãos do presidente. Pilla lembra que a reforma parlamentarista faz parte de uma longa luta histórica pela ampliação das prerrogativas da representação popular, e que, ao contrário do que o senador Vilasboas sugere, não se trata de um interesse pessoal dos parlamentares. Ele também menciona que a constituição republicana de 1891 já vedava a possibilidade de deputados e senadores serem ministros, o que foi alterado nas constituições seguintes. Assim, Pilla defende a reforma parlamentarista como uma evolução democrática, em contraposição ao interesse centralizador do presidencialismo. | pt_BR |
| dc.subject | Senador João Vilasboas; Poder Executivo; Representação Popular; Alterações Constitucionais; História Política | pt_BR |
| dc.title | Argumento original | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |