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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-07T20:37:25Z | |
| dc.date.available | 2025-04-07T20:37:25Z | |
| dc.date.issued | 1957-10-18 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8025 | |
| dc.description.abstract | Critica a proposta de prorrogação dos mandatos legislativos e executivos, uma emenda à Constituição que visa adiar as eleições de 1958. Pilla, presidente do Partido Libertador (PL) e líder parlamentarista, declara que, apesar de discordar radicalmente dessa emenda, não mudaria sua posição. Menciona que a Comissão de Justiça da Câmara dos Deputados, liderada pelo deputado Esmerino Arruda, está redigindo um requerimento para convocar uma sessão extraordinária do Congresso com o intuito de aprovar a prorrogação. Pilla questiona a legalidade da manobra e a possibilidade de usar uma emenda constitucional para evitar eleições. Argumenta que as questões jurídicas devem ser discutidas no campo do direito, não nas conveniências políticas, e considera essa emenda condenável. Apesar de reconhecer que uma aprovação por dois terços de ambas as casas do Congresso em uma sessão extraordinária seria tecnicamente válida, ele considera o movimento como insensato, embora "irresistível". Pilla reforça que, ao buscar prorrogar os mandatos, a manobra atenta contra a democracia, e que tal ação comprometeria a legitimidade do processo eleitoral. Conclui que, embora a proposta possa ser aprovada formalmente, ela representa um erro ético e político grave, pois vai contra os princípios democráticos que deveriam reger o país. | pt_BR |
| dc.publisher | Correio da manhã | pt_BR |
| dc.subject | Mandatos; Emenda Constitucional; Eleições de 1958; Comissão de Justiça; Esmerino Arruda | pt_BR |
| dc.title | Manobras para evitar as próximas eleições | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |