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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-07T20:41:42Z | |
| dc.date.available | 2025-04-07T20:41:42Z | |
| dc.date.issued | 1957-10-20 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8026 | |
| dc.description.abstract | Analisa o papel do governo diante das greves, destacando que a Constituição garante o direito de greve, desde que regulamentado por lei. Segundo Pilla, o governo não tem o direito de reprimir uma greve, a não ser que a lei o permita devido à natureza do serviço ou se a greve for usada como instrumento político. Ele destaca que, ao mesmo tempo, existe o direito de continuar trabalhando, representando a liberdade de trabalho, que deve ser respeitada tanto de forma positiva quanto negativa. Argumenta que o governo não deve impedir a greve, mas sim intervir para resolver as causas do conflito, enfatizando que o papel do governo é garantir a liberdade de trabalho e evitar a violência. Critica a abordagem do governo, que se limitou a afirmar que não agiria contra os grevistas, mas falhou em alertá-los sobre possíveis excessos. Essa falta de prevenção resultou em repressão, causando prejuízos para todos os envolvidos. Para ele, o governo deveria ter se preocupado em proteger os direitos de todos, garantindo a ordem sem permitir abusos. Critica a postura passiva do governo em relação aos excessos dos grevistas, sugerindo que a ação preventiva seria mais eficaz do que a repressão posterior. | pt_BR |
| dc.subject | Greve; Direito de Greve; Liberdade de Trabalho; Repressão; Prevenção | pt_BR |
| dc.title | As greves e o Poder Público | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |