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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-09T16:11:58Z | |
| dc.date.available | 2025-04-09T16:11:58Z | |
| dc.date.issued | 1957-07-20 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8030 | |
| dc.description.abstract | Discute a grave violação das garantias constitucionais do deputado Tenório Cavalcanti, que teve seu domicílio invadido por forças militares. Pila ressalta que, segundo o artigo 45 da Constituição Federal, um congressista não pode ser processado criminalmente sem a autorização da sua Câmara, e sua prisão só é permitida em flagrante de crime inafiançável. Além disso, a casa de um deputado, como a de qualquer cidadão, deve ser inviolável, e tal invasão militar representa uma afronta direta a essa inviolabilidade e ao processo legal. Argumenta que, sem um processo judicial com as devidas garantias, o deputado estaria sendo submetido ao arbítrio da polícia, o que comprometeria a independência do representante da Nação. Pila alerta que, ao permitir essa violação, o artigo 45 da Constituição estaria praticamente anulado, e a instituição representativa seria desmoralizada. Ele vê nisso uma estratégia deliberada de enfraquecer a representação política, o que, por consequência, enfraquece o poder civil. Conclui que o enfraquecimento da representação política pode levar à supressão do poder civil e à instauração de uma ditadura, independentemente de seu líder ser civil ou militar. Aponta que o regime constitucional brasileiro está corroído internamente, e os acontecimentos que ocorrem podem ser parte de um plano mais amplo e cuidadosamente elaborado. | pt_BR |
| dc.subject | Poder Civil; Invasão Militar; Deputado Tenório Cavalcanti; Constituição Federal; Imunidade | pt_BR |
| dc.title | Representação e Poder Civil | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |