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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-04-09T16:18:55Z
dc.date.available 2025-04-09T16:18:55Z
dc.date.issued 1957-07-21
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/8031
dc.description.abstract Analisa um argumento levantado por um publicista sobre a reforma parlamentarista e sua relação com o sistema federativo dos Estados Unidos. O autor critica a visão de que a substituição do governo presidencial pelo parlamentarismo prejudicaria a natureza democrática das instituições brasileiras. O publicista, ao tentar desarmar as críticas à reforma, afirmou que a implementação de um sistema parlamentar implicaria na formação de um gabinete forte, liderado por um ministro preponderante, o que reduziria a autoridade do presidente da República, que seria eleito diretamente pela nação. Pila, contudo, aponta que o argumento falha ao não distinguir adequadamente o sistema presidencialista do sistema federativo. Ele explica que, enquanto o presidencialismo concentra a autoridade no presidente da República, o sistema federal pode acomodar tanto o governo presidencial quanto o parlamentar. O publicista confunde a relação entre a organização federativa e os sistemas de governo, sugerindo que a adoção do parlamentarismo contradiz a estrutura federal, o que não é verdade. Conclui que o argumento do publicista é fraco e carece de consistência, sendo baseado em uma confusão entre dois aspectos distintos: o sistema de governo e a organização federativa. A falta de clareza no raciocínio revela um erro lógico, demonstrando a fragilidade do argumento contra a reforma parlamentarista. pt_BR
dc.subject Reforma Parlamentarista; Sistema Federativo; Governo Presidencial; Poder Executivo; Crítica Política; Mudança Política pt_BR
dc.title Argumento vicioso pt_BR
dc.type Other pt_BR


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