Mostrar el registro sencillo del ítem
| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-09T16:50:14Z | |
| dc.date.available | 2025-04-09T16:50:14Z | |
| dc.date.issued | 1957-11-13 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8038 | |
| dc.description.abstract | Aborda a comoção gerada pelo rapto de uma criança para resgate, sugerindo a pena de morte como punição. A indignação da sociedade é compreensível, considerando a gravidade do crime, mas o autor argumenta que a pena capital não é a solução. Destaca que, embora a pena de morte tenha sido abolida da legislação brasileira, o debate sobre sua reinstauração surge, principalmente em casos de crimes como o rapto de crianças. No entanto, ressalta que tal medida exigiria mudanças na Constituição, o que seria um processo complexo e difícil. O autor critica a ideia de que a pena de morte seria eficaz na prevenção de crimes. Argumenta que o medo do castigo não impede os criminosos de agir, já que suas ações são influenciadas por tendências internas e circunstâncias específicas. Além disso, Pilla ressalta que a pena capital, além de ser moralmente condenável por violar o direito à vida, é ineficaz como instrumento de prevenção. Sugere que, em vez de promover a pena de morte, seria mais eficaz abordar as condições sociais que favorecem a criminalidade e melhorar o sistema policial. | pt_BR |
| dc.subject | Pena de Morte; Comoção; Crime; Moralidade; Direitos Humanos; Sistema Policial; Segurança Pública | pt_BR |
| dc.title | Crueldade inútil | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |