Mostrar el registro sencillo del ítem
| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-09T17:02:41Z | |
| dc.date.available | 2025-04-09T17:02:41Z | |
| dc.date.issued | 1957-11-17 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8040 | |
| dc.description.abstract | Aborda a prática de os chefes militares emitirem ordens solenes em datas nacionais, com o objetivo de exaltar a consciência patriótica de seus subordinados. No entanto, o autor observa que tais documentos, embora comemorativos, muitas vezes acabam assumindo uma conotação política, o que pode ser inconveniente, visto que desvia o foco da celebração e se torna um veículo para influenciar a opinião pública em questões políticas. Critica a utilização de tais ordens para doutrinação política, destacando que o regime republicano não é necessariamente mais humano ou lógico do que a monarquia, já que ambos podem ter diferentes mecanismos de governança, desde a monarquia absoluta até a monarquia parlamentar e, na República, desde a ditadura pessoal até a democracia. O autor ressalta que tanto a monarquia quanto a República podem ter características autocráticas ou democráticas, dependendo do contexto, e que o regime republicano, no Brasil, tem sido escolhido pelo povo, mas isso não significa que ele seja imutável. Questiona a ideia de que o regime presidencialista atual seja uma escolha definitiva e argumenta que o povo tem o direito de reavaliar e escolher outro regime, caso assim deseje, por meio de mecanismos constitucionais. | pt_BR |
| dc.subject | Chefes Militares; Consciência Patriótica; Doutrinação Política; Regime Republicano; Democracia | pt_BR |
| dc.title | A Ordem do Dia | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |