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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-09T17:17:23Z | |
| dc.date.available | 2025-04-09T17:17:23Z | |
| dc.date.issued | 1957-11-22 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8043 | |
| dc.description.abstract | Raul Pilla comenta sobre a questão do rádio e a atuação do governo em relação à liberdade de expressão. Destaca que a interferência do governo na matéria não é uma surpresa, pois está em sintonia com o regime político vigente. Segundo Pilla, o presidente e os líderes parlamentares até desejavam um acordo, mas os assessores do presidente impediram que isso acontecesse. Ele questiona a figura dos assessores que, embora não tenham respaldo constitucional, parecem ter mais poder do que a própria Constituição, uma situação que ele considera desconcertante. Além disso, Pilla lamenta a provável violação de um dos princípios fundamentais do regime: a liberdade de manifestação do pensamento, especialmente no rádio. O líder parlamentarista observa que, sob a justificativa de uma razão de Estado, a liberdade de expressão por meio da radiodifusão poderá ser restringida. Isso representaria uma séria ameaça à democracia e aos direitos fundamentais, configurando uma ameaça ainda maior ao regime, caso se confirme no Congresso. Assim, denuncia a contradição entre a defesa da democracia e a erosão das liberdades constitucionais, resultando em uma situação em que a Constituição parece ser desrespeitada em nome de interesses do governo. | pt_BR |
| dc.publisher | Correio da Manhã | pt_BR |
| dc.subject | PL; UDN; Líderes Parlamentares; Liberdade de Manifestação; Direitos Fundamentais | pt_BR |
| dc.title | Quem tem mais força? | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |