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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-09T17:38:20Z | |
| dc.date.available | 2025-04-09T17:38:20Z | |
| dc.date.issued | 1957-11-29 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8048 | |
| dc.description.abstract | Analisa o caos recorrente na elaboração e aprovação do orçamento anual no Brasil. Destaca que o orçamento, formalmente visto como um plano de governo, é frequentemente tratado de maneira desorganizada, com pressa para cumprir os prazos constitucionais e regimentais. Embora os congressistas busquem atender a interesses eleitorais e regionais, a principal causa da desordem não está em seus comportamentos, mas no sistema de governo adotado no país, que tende a opor o Legislativo e o Executivo. Pilla argumenta que, no sistema presidencialista, essa oposição resulta em desorganização, ao contrário do sistema parlamentarista, onde a colaboração entre os dois poderes é natural e necessária. Nesse sistema, o orçamento é aceito ou rejeitado com mais clareza, pois o Parlamento exerce um controle direto sobre o governo. Para ilustrar a comparação, Pilla cita os Estados Unidos, onde, apesar de ser considerado o modelo clássico do presidencialismo, também se observam deficiências no processo orçamentário devido à falta de uma cooperação eficiente entre os poderes. O autor defende que o sistema parlamentar é superior tanto sob o ponto de vista administrativo quanto financeiro, pois facilita a responsabilidade direta pela gestão do orçamento, evitando a fragmentação das decisões, como ocorre no modelo americano. | pt_BR |
| dc.subject | Orçamento; Parlamento; Presidencialismo; Desorganização; Finanças | pt_BR |
| dc.title | A balbúrdia orçamentária | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |