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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-09T17:58:35Z | |
| dc.date.available | 2025-04-09T17:58:35Z | |
| dc.date.issued | 1957-12-11 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8052 | |
| dc.description.abstract | Discute o processo legislativo e a importância da transparência nas deliberações parlamentares. Argumenta que, embora o voto popular seja secreto, os votos dos representantes do povo devem ser públicos, exceto em casos claramente estabelecidos pela Constituição, como eleições e situações que envolvam o resguardo da independência do parlamentar. O princípio da transparência nos votos busca garantir que a população saiba como seus representantes estão se comportando no processo decisório, mantendo a responsabilidade e a democracia representativa. O autor reflete que, ao contrário do que a Constituição estabelece, a ideia de realizar votações secretas nas deliberações sobre emendas à Constituição e na aprovação de reformas fundamentais comprometeria a soberania nacional. Tal prática poderia levar a decisões clandestinas e imprevisíveis, colocando em risco a própria estabilidade da democracia. Ele destaca que a transparência no processo legislativo é essencial para proteger a consciência do representante e evitar pressões externas, principalmente do Executivo, que poderiam distorcer o propósito das reformas. O autor considera que a proposta de votar em segredo as emendas constitucionais seria inconstitucional, defendendo que a democracia deve ser praticada de forma aberta e com a participação consciente da população. | pt_BR |
| dc.subject | Voto Popular; Voto Público; Transparência; Democracia Representativa; Inconstitucionalidade; Participação Popular | pt_BR |
| dc.title | Reformas Clandestinas | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |