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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-09T18:07:59Z | |
| dc.date.available | 2025-04-09T18:07:59Z | |
| dc.date.issued | 1958-02-26 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8054 | |
| dc.description.abstract | Analisa a eleição presidencial na Argentina, em que o candidato Arturo Frondizi, do Partido Radical Intransigente, venceu por ampla maioria. Pilla observa que, embora Frondizi tenha vencido, sua vitória representa mais uma perpetuação do peronismo, já que o candidato não se distanciou completamente do legado de Juan Domingo Perón, que arruinou moral e materialmente a Argentina. Em vez de abrir uma nova era de paz e liberdade, a vitória de Frondizi marca o início de novas perturbações. O autor considera a revolução que derrubou o ditador Perón uma "revolução imperfeita" ou até mesmo uma revolução frustrada, já que, após a mudança de governo, o processo político não resultou em melhorias duradouras. Critica o processo eleitoral, apontando que a democracia, no sistema presidencialista, tende a cair na fraude ou na demagogia, e que o candidato vitorioso, que antes era um adversário de Perón, agora se comprometeu com a massa popular para alcançar o poder. Pilla argumenta que as revoluções latino-americanas, por mais justificadas que sejam, falham em resolver o problema estrutural do sistema de governo presidencialista, que acaba deformando e cooptando os novos governantes. Ele sugere que uma verdadeira mudança política na Argentina seria possível apenas com a adoção do parlamentarismo, que poderia transformar as eleições em um verdadeiro campo de disputa ideológica. | pt_BR |
| dc.subject | Argentina; Eleições; Arturo Frondizi; Partido Radical Intransigente; Peronismo | pt_BR |
| dc.title | Revoluções Frustrâneas | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |