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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-09T18:44:23Z | |
| dc.date.available | 2025-04-09T18:44:23Z | |
| dc.date.issued | 1958-02-03 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8061 | |
| dc.description.abstract | Discute a importância da transparência nos processos legislativos, especialmente no que diz respeito ao voto dos parlamentares. A votação pública é essencial para garantir a responsabilidade dos representantes, pois eles devem prestar contas aos seus eleitores e à Nação. O voto secreto, ao contrário, colocaria em risco o regime representativo, criando uma "ditadura legislativa" onde os representantes ficariam desligados de seus eleitores. A Constituição brasileira reforça essa ideia, permitindo o voto público, com exceções limitadas a situações específicas, como a votação de questões de ordem pessoal ou em casos que envolvam a pressão do poder executivo. O autor argumenta que o voto secreto em matérias constitucionais, como as emendas à Constituição, é inadmissível, pois isso poderia ser usado para aprovar mudanças fundamentais sem a transparência necessária. As reformas constitucionais devem ser discutidas amplamente e não podem ser feitas à surdina. Destaca que, ao permitir a votação secreta de emendas constitucionais, abre-se um precedente perigoso para a subversão do regime democrático. A prorrogação de mandatos, por exemplo, representaria uma grave ameaça à estabilidade do sistema, pois poderia levar a uma sucessiva perpetuação de poder, instaurando uma forma de ditadura. | pt_BR |
| dc.subject | Votação Pública; Responsabilidade; Emendas à Constituição; Voto Sigiloso; Ditadura Legislativa; Prorrogação de Mandatos | pt_BR |
| dc.title | Preparando a subversão do regime | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |