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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-09T19:04:21Z | |
| dc.date.available | 2025-04-09T19:04:21Z | |
| dc.date.issued | 1957-02-28 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8065 | |
| dc.description.abstract | Raul Pila, presidente do Partido Libertador, se posiciona sobre a política brasileira e os desafios enfrentados pelo país, abordando a ideia do "homem forte" proposta pelo governador Dinarte Mariz. Pila critica a visão de que reformas essenciais para o Brasil exigem um líder autoritário, apelando para um "homem forte", o que, para ele, é uma forma disfarçada de ditadura. Argumenta que reformas de base, como as que todos clamam, devem ser realizadas pela persuasão e bom senso, não por imposição de um poder centralizado. Pila também se opõe à ideia de um governo presidencialista excessivamente forte, afirmando que a verdadeira reforma para o Brasil seria a reforma parlamentarista, que permitiria um governo mais equilibrado e representativo. O presidente do Partido Libertador critica as declarações do presidente Juscelino Kubitschek sobre a impossibilidade de implementar reformas com um sistema parlamentarista, comparando-o com o modelo vigente no Brasil. Pila ainda observa que a política brasileira é centrada no poder, e que a oposição, representada por diversas figuras políticas, não deve se render à ideia de que um governo autoritário é necessário para alcançar as reformas essenciais. Pila defende uma reflexão mais profunda sobre a verdadeira natureza das reformas propostas, destacando que o presidencialismo tem sido uma força limitante para o avanço do país. | pt_BR |
| dc.subject | Raul Pilla; Política Brasileira; Reformas de Base; Juscelino Kubitschek; Oposição | pt_BR |
| dc.title | Entrevista de Raul Pilla | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |