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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-09T19:37:10Z | |
| dc.date.available | 2025-04-09T19:37:10Z | |
| dc.date.issued | 1958-03-14 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8072 | |
| dc.description.abstract | Analisa a eleição de Ranieri Mazzili para a presidência da Câmara dos Deputados, que, à primeira vista, aparenta ser uma derrota para o governo de Juscelino Kubitschek, dado o esforço do presidente e seus aliados em apoiar a candidatura de Oliveira Brito. A vitória de Mazzili, no entanto, é interpretada por alguns, como os udenistas "realistas", como um triunfo da filosofia realista, sugerindo que esse resultado demonstrou o acerto dessa abordagem para a política. Pilla destaca que, sem esse "realismo", é improvável que a bancada social-progressista tivesse apoiado Mazzili, o que também teria resultado em uma derrota para o governo. No entanto, questiona a suficiência da teoria realista, apontando que fatores mais amplos e significativos também contribuíram para o resultado. Para ele, a vitória pode ser vista como uma reação contra a intervenção indevida do Poder Executivo nas questões da Câmara, uma intervenção que visava controlar o Congresso, algo que Pila considera um reflexo da subordinação do Legislativo ao Executivo. Embora Pila não defenda que essa reação tenha sido o único fator decisivo, ele acredita que teve grande influência no desfecho e que o episódio, se tratado adequadamente, poderia marcar o início de uma reforma nos costumes políticos do Brasil, abalados pela ditadura presidencial. | pt_BR |
| dc.subject | Teoria "Realista"; Juscelino Kubitschek; Ranieri Mazzili; Presidência da Câmara; Bancada Social-Progressista; Congresso | pt_BR |
| dc.title | A teoria realista | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |