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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-09T19:46:56Z | |
| dc.date.available | 2025-04-09T19:46:56Z | |
| dc.date.issued | 1958-03-26 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8074 | |
| dc.description.abstract | Critica as declarações do coronel José Alberto Bittencourt, diretor do Departamento dos Correios e Telégrafos, que aponta a persistência de uma crise nacional grave. Pilla discorda do enfoque do coronel, que atribui a culpa exclusivamente aos partidos, absolvendo o governo. O autor considera que a situação do país não pode ser reduzida a uma manifestação de indisciplina ou erro dos partidos, já que o governo, com seu enorme poder, tem responsabilidade significativa na crise. Para Pilla, o governo, embora se mantenha dentro dos seus "princípios sadios", não pode ser isentado de culpa, visto que controla a maior parte da força política e armada. O autor questiona a alegação de que o governo seria o único a agir corretamente, enquanto os partidos são responsabilizados como bodes expiatórios, um conceito que parece simplista e falho. O verdadeiro problema, segundo Pilla, é a falta de ação efetiva do governo e a continuidade das falhas políticas. A crítica se volta para a tentativa do coronel de desviar a responsabilidade, enquanto a situação do país continua deteriorando-se. Pilla sugere que a análise superficial e parcial das causas da crise nacional não resolve a gravidade do momento, apontando a necessidade de uma reflexão mais profunda sobre os reais culpados pela situação. | pt_BR |
| dc.subject | Coronel José Alberto Bittencourt; Partidos; Crise Nacional; Governo Instituído; Falhas Políticas | pt_BR |
| dc.title | Bodes Expiatórios | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |