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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-04-09T20:01:23Z
dc.date.available 2025-04-09T20:01:23Z
dc.date.issued 1958-03-21
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/8078
dc.description.abstract Analisa a crise nacional e critica as atitudes do governo e de figuras como o coronel Alberto Bittencourt. A crise é descrita como multifacetada, envolvendo aspectos econômicos, políticos, morais e psíquicos. No entanto, Pilla argumenta que a responsabilidade pela crise maior recai sobre o governo, que, apesar de ter o poder necessário para solucioná-la, ou não o faz ou a agrava ainda mais. O presidente da República, ao contrário, apresenta um otimismo irrealista, em contraste com a gravidade da situação. O coronel Bittencourt, ao defender o governo, sugere que a crise não é culpa do governo, mas sim dos partidos políticos, que teriam negligenciado datas importantes e estariam aquém do governo que supostamente servem. Pilla rebate essa ideia, afirmando que os partidos não são mais responsáveis que o próprio governo. Ele também critica a falta de coerência e sinceridade nas declarações de Bittencourt, que tenta justificar a situação alegando que a crise é causada por fatores externos ao governo, quando na realidade o governo é parte crucial do problema. Para Pilla, o governo se reflete nos partidos políticos, e não o contrário. Conclui que, apesar das tentativas de mudanças, a crise persistirá, e qualquer nova tentativa será apenas um “assalto de posições”, sem realmente resolver os problemas estruturais do país. pt_BR
dc.subject Crise Nacional; Coronel Alberto Bittencourt; Partidos Políticos; Falência; Coerência pt_BR
dc.title Nem sinceridade, nem coerência pt_BR
dc.type Other pt_BR


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