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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-10T16:59:59Z | |
| dc.date.available | 2025-04-10T16:59:59Z | |
| dc.date.issued | 1958-03-23 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8079 | |
| dc.description.abstract | Critica a entrevista radiofônica do coronel Alberto Bittencourt, apontando incoerências e uma aparente insinceridade na forma como o militar analisa a situação política do país. Esclarece que sua crítica não visa desmerecer o patriotismo de Bittencourt, mas sim destacar as contradições de alguém que, sendo parte do governo, tenta isentar-se de culpa ao atribuir a responsabilidade da crise aos partidos políticos. O autor reconhece a possibilidade de uma nova ruptura institucional, a chamada "terceira data", e admite que, diante da degradação da vida pública e da ineficácia das instituições democráticas, uma intervenção pode parecer inevitável — como uma “operação cirúrgica” em um organismo doente. No entanto, adverte que tais intervenções, quando mal conduzidas, não regeneram o sistema, mas o agravam. Segundo ele, o Brasil tem sido palco apenas de "golpes", como os de 1945, 1954 e 1955, que não produziram mudanças estruturais, apenas trocas de poder. Ele questiona se a proposta implícita do militar seria mais uma substituição de líderes ou até o reforço do regime vigente por meio da dissolução do Congresso e dos partidos. Conclui que, mais do que novas rupturas, o país precisa de clareza, verdade e reformas profundas — uma verdadeira revolução e não mais golpes disfarçados de legalidade ou patriotismo. | pt_BR |
| dc.subject | Golpe; Entrevista; Partidos; Nacionalismo; Patrioticismo; Crise | pt_BR |
| dc.title | Golpe, ou Revolução | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |