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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-10T18:45:32Z | |
| dc.date.available | 2025-04-10T18:45:32Z | |
| dc.date.issued | 1958-04-22 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8101 | |
| dc.description.abstract | Raul Pilla faz uma análise crítica sobre a Pastoral dos Bispos da Província Eclesiástica de Belo Horizonte, destacando a necessidade de uma democracia autêntica no Brasil. Ele concorda com a crítica à falsa democracia, que, segundo ele, leva o país ao desastre, e endossa o apelo da Igreja para que os eleitores escolham candidatos baseados em princípios de consciência, longe de interesses pessoais e promessas demagógicas. No entanto, Pilla se opõe à crítica ao atual sistema eleitoral, que obriga os eleitores a votarem em uma legenda partidária. Para ele, o problema não está na legenda, mas na falta de partidos verdadeiros. Embora compreenda o desejo da Igreja para que católicos votem exclusivamente em católicos, ele acredita que o sistema permite liberdade de escolha e que é exagerado proibir que o voto católico eleja indiretamente candidatos não católicos. Outro ponto importante abordado por Pilla é a questão do monopólio estatal do ensino. Ele concorda que o monopólio é perigoso, mas reforça que o ensino primário deve ser obrigatório, universal e gratuito. No entanto, ele defende a liberdade para que as pessoas que possam, optem por escolas particulares. Pilla enfatiza que a educação básica não precisa ser exclusivamente ministrada pelo Estado, mas deve garantir que nenhuma criança fique sem acesso à escola. | pt_BR |
| dc.subject | PL; Pastoral; Belo Horizonte; Falsa democracia; Sistema eleitoral; Católicos | pt_BR |
| dc.title | Defesa da Legenda | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |