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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-10T18:48:37Z | |
| dc.date.available | 2025-04-10T18:48:37Z | |
| dc.date.issued | 1958-04-25 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8102 | |
| dc.description.abstract | Reflete sobre a questão das distinções honoríficas e títulos nobiliárquicos no contexto da República. Começa citando a primeira Constituição Republicana, que extinguiu privilégios de nascimento, foros de nobreza e ordens honoríficas, em conformidade com o princípio da igualdade perante a lei. Pilla reconhece que, inicialmente, a extinção dessas ordens pode ter sido vista como excessiva, mas argumenta que, com o tempo, as constituições republicanas subsequentes, embora mantendo a igualdade, passaram a admitir instituições honoríficas, como uma forma de reconhecimento ao mérito. No entanto, Pilla critica a degeneração das ordens honoríficas, que, em vez de representar uma verdadeira recompensa pelo mérito, passaram a ser usadas como instrumentos de adulação ou manipulação política. O mérito, anteriormente um critério essencial para a concessão de títulos, perdeu sua importância, e muitos cidadãos sem qualificação ou com antecedentes questionáveis receberam essas honrarias. Pilla também destaca a desvalorização de títulos acadêmicos, como os de doutor e professor honoris causa, que se tornaram distribuídos sem critérios rigorosos. Conclui, afirmando que, apesar do zelo igualitário excessivo dos primeiros republicanos, a história deu razão a eles, sugerindo que seria melhor não conceder títulos do que concedê-los de maneira equivocada. | pt_BR |
| dc.subject | República; Constituição; Igualdade; Políticagem; Regime Republicano | pt_BR |
| dc.title | Ordens Honoríficas | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |