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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-11T16:19:10Z | |
| dc.date.available | 2025-04-11T16:19:10Z | |
| dc.date.issued | 1958-03-27 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8130 | |
| dc.description.abstract | Raul Pilla argumenta que o sistema presidencialista brasileiro falhou, caracterizando-se por uma "ditadura irresponsável", onde a falta de responsabilidade do presidente tem gerado graves vícios na política e na vida pública do país. Ele destaca que, apesar das discussões sobre reformas de base, a verdadeira reforma necessária é no sistema de governo, que deve ser profundamente reconsiderado, pois o desgoverno crônico é a principal causa da crise nacional. Sugere que o sistema presidencialista é a raiz dos problemas econômicos, financeiros e morais do Brasil, e defende a adoção do parlamentarismo como solução. O autor observa que muitas pessoas acreditam que as Forças Armadas não apoiariam a reforma, mas discorda dessa visão. Para ele, a classe militar seria beneficiada pela mudança, pois o parlamentarismo permitiria que as Forças Armadas se concentrassem em sua missão constitucional, sem a influência política que lhes impõe o atual sistema. A instabilidade ministerial é outro ponto de crítica, mas Pilla refuta a ideia de que o parlamentarismo traria instabilidade às Forças Armadas. Pelo contrário, ele explica que o ministério seria uma entidade política e que, no parlamentarismo, o estado-maior, como órgão técnico, permaneceria estável e não sujeito a flutuações políticas. Assim, Pilla conclui que é crucial que os militares reconsiderem a questão do parlamentarismo, já que a mudança seria, na verdade, uma garantia de estabilidade para o país. | pt_BR |
| dc.subject | Classes Armadas; Parlamentarismo; Instabilidade Ministerial; Estado-Maior; Interesse Militar | pt_BR |
| dc.title | Parlamentarismo e Classes Armadas | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |