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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-04-11T17:18:04Z
dc.date.available 2025-04-11T17:18:04Z
dc.date.issued 1958-07-06
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/8145
dc.description.abstract Analisa a relação entre a instabilidade política e a adoção de sistemas governamentais, com foco na experiência francesa e na Constituição de Bonn. O autor destaca que, ao temer o poder pessoal do presidente, a França optou por modificar seu sistema parlamentar, o que gerou instabilidade nos gabinetes governamentais. Esse modelo, que teve origem na experiência traumática das ditaduras na França, gerou um receio sobre a instabilidade, especialmente em países que não tinham experiência com sistemas parlamentares, como na América Latina e na Europa. Pilla critica a reação exagerada à instabilidade francesa, que resultou no modelo do parlamentarismo de Bonn, adotado pela Alemanha. Ele argumenta que essa reação desconsidera a experiência universal dos sistemas parlamentares e foca apenas no caso francês. A instabilidade francesa, embora preocupante, é mais uma obsessão para os estrangeiros do que para os próprios franceses, que buscam corrigir esse problema sob a liderança de De Gaulle. Aponta as contradições da Constituição de Bonn, incluindo a possibilidade de um governo minoritário permanecer no poder sem o apoio da câmara nacional, apenas com o respaldo do presidente e do Conselho Federal. Pilla alerta que tal sistema pode ser explorado por governos que não se apoiam na maioria, o que poderia ser um risco, especialmente em contextos autoritários. pt_BR
dc.subject Instabilidade; Sistemas Governamentais; França; Reação; Bonn; Alemanha pt_BR
dc.title Reação Desastrada pt_BR
dc.type Other pt_BR


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