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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-11T17:27:10Z | |
| dc.date.available | 2025-04-11T17:27:10Z | |
| dc.date.issued | 1958-07-06 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8147 | |
| dc.description.abstract | Critica a Constituição da Alemanha Ocidental, apontando seus defeitos ao tentar "racionalizar" o sistema parlamentar. Pilla começa destacando o erro fundamental que se repete na Constituição francesa: a eleição do chanceler pela Dieta (Parlamento), o que reduz a flexibilidade e a sensibilidade do processo político. Ao invés de o chefe de Estado convidar alguém para formar um gabinete, como ocorre no modelo clássico, o sistema imposto pela Constituição da Alemanha Ocidental exige que o Parlamento escolha o chanceler primeiro e somente depois o presidente nomeie os ministros. Este processo, para Pilla, é desarrazoado e ineficaz, pois julga o chefe de governo sem que ele tenha formado ainda seu gabinete, o que resulta em uma complicação desnecessária. Além disso, o autor critica a rigidez dos prazos, que impedem tentativas sucessivas de se formar uma solução política adequada. O pior, para Pilla, é a impossibilidade da Dieta destituir um chanceler que perde a confiança sem que antes a maioria do Parlamento o tenha eleito, o que confunde duas funções distintas: formar o melhor governo e destituir um governo ineficaz. Pilla destaca que a Constituição de Bonn, ao impor essas regras, distorce os princípios do sistema parlamentar e, portanto, não pode ser considerada um modelo a ser seguido. | pt_BR |
| dc.subject | Constituição; Alemanha Ocidental; Sistema Parlamentar; Chanceler; Gabinete | pt_BR |
| dc.title | O Sistema Contra o Princípio | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |