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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-11T17:49:52Z | |
| dc.date.available | 2025-04-11T17:49:52Z | |
| dc.date.issued | 1958-07-07 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8153 | |
| dc.description.abstract | Critica a proposta de pacificação feita por Kubitschek, afirmando que, caso fosse aceita, o país estaria caminhando para uma nova ditadura. Segundo Pilla, o governo vigente, com seu sistema presidencialista, é irresponsável e ineficaz, sem oferecer condições adequadas para solucionar a crise brasileira. Para o deputado, a oposição, embora em desacordo, representa forças vivas capazes de reagir à situação política, e qualquer colaboração com o governo resultaria na desmoralização do regime, favorecendo a instalação de uma ditadura. Pilla reforça que sua defesa do parlamentarismo não é apenas uma obsessão ideológica, mas uma necessidade para a implementação de um verdadeiro governo de união. Ele destaca que um governo de salvação nacional, com a colaboração das diversas forças políticas, só seria possível por meio do parlamentarismo, que oferece um mecanismo adequado para a convergência de esforços. O parlamentarismo, de acordo com Pilla, seria mais eficaz em solucionar a crise, e o maior beneficiado com a reforma seria o próprio presidente da República, já que ele se veria em um sistema que não depende unicamente de sua figura, mas de um governo coletivo e responsável. Conclui que o parlamentarismo é essencial para superar as dificuldades políticas e morais do país, destacando que qualquer tentativa de manter o sistema presidencialista só aprofundaria a crise e abriria espaço para um regime autoritário. | pt_BR |
| dc.subject | Pacificação; Forças políticas; Política nacional; Desmoralização; Presidente da República | pt_BR |
| dc.title | Pacificação Abrirá Caminho à Ditadura | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |